A Entertainment Software Association (ESA), que representa grandes empresas de games dos EUA, pediu à USTR que os portáteis Anbernic sejam classificados como “superfake”. Esta medida busca limitar a venda dos dispositivos no país, focando nos riscos de pirataria no mercado de jogos.
A queixa principal é que os aparelhos Anbernic são vendidos com cartões de memória pré-carregados, contendo milhares de cópias não autorizadas de jogos protegidos. A ESA destaca que a presença em grandes varejistas como Amazon e eBay confere uma percepção de legitimidade indevida aos produtos.
Se a classificação de “superfake” for adiante, a Anbernic poderá ser impedida de vender oficialmente nos Estados Unidos. A questão central são as ROMs piratas, não a tecnologia de emulação dos portáteis. Caso a empresa pare de incluir os jogos ilegais, a classificação pode não se concretizar.